A “pintar” o futuro com sucesso
Sediada no Seixal, a Daniel S. Rodrigues iniciou a sua atividade em 1998 efetuando serviços de pinturas interiores e exteriores. As transformações no mercado da construção civil em Portugal fizeram a empresa aumentar o leque de serviços, estando hoje habilitada a efetuar obras de remodelação e requalificação de edifícios na sua totalidade. No concelho do Seixal, e um pouco por toda a zona da Grande Lisboa, não há quem não conheça a Daniel S. Rodrigues. A empresa, que se apresenta ao mercado com o nome do seu gerente, nasceu em 1998, mas já muitos anos antes Daniel Rodrigues dava uma nova vida às paredes da região. Estamos a falar de um especialista em pinturas que foi adquirindo ao longo dos anos uma boa carteira de clientes, fator este que o impulsionou a criar a Daniel S. Rodrigues e a criar uma marca solidificada no mercado. A pintura foi a atividade que lançou a empresa no mercado, mas o desenvolvimento do setor fez com que a Daniel S. Rodrigues procurasse alargar o seu leque de serviços. Luís Neves, coordenador geral da empresa, afirma que hoje nada se compara à década de 90. “A história da empresa prende-se com a prestação de serviços de pintura, mas com a minha entrada na empresa, passamos a abranger áreas que não estavam a ser colmatadas, nomeadamente a parte da reconstrução e recuperação de edifícios”.
Hoje, a Daniel S. Rodrigues é uma empresa que para além de pinturas efetua impermeabilizações, remodelações interiores de apartamentos e moradias e recuperação de fachadas. Também as especialidades de canalização, eletricidade, serralharia, carpintaria, desentupimentos, pavimentos, telhados e cozinhas são asseguradas pela empresa que, com colaboradores próprios ou subempreiteiros, assegura obras de remodelação na sua totalidade. O aumento dos serviços prestados implicou, naturalmente, um crescimento do número de trabalhadores afetos à empresa. São já cerca de 20 os colaboradores que diariamente contribuem para o sucesso da Daniel S. Rodrigues e que permitem à empresa apresentar soluções técnicas adequadas a cada cliente e a cada situação. “Temos verificado que a procura começou a ser maior, e isso deve-se à complementaridade de serviços que hoje oferecemos aos nossos clientes”, justifica Luís Neves. O Forte da Cruz, no Estoril, a Puratos, Smart Studios em Lisboa, o Palácio de Queluz, a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, assim como a Gonvarri (estas últimas duas como subempreiteiros da empresa STB), são locais de referência onde a Daniel S. Rodrigues efetuou obras de remodelação e requalificação. Locais de destaque que comprovam a qualidade do serviço prestado pela empresa. “Temos a sorte de nunca procurar trabalho, porque a nossa qualidade faz funcionar o passa a palavra. Ter clientes satisfeitos proporciona recomendações futuras”, afirma orgulhoso Daniel Rodrigues.
O sucesso da Daniel S. Rodrigues está à vista, mas nem por isso a administração da empresa pensa alto. “Neste momento chegamos a um patamar confortável, e é aqui que queremos continuar. Encaramos isto como uma escada em que neste momento temos que subir degrau a degrau, ponderando bem o passo que a empresa queira dar. Este ano de 2017 será um ano de manter no mesmo ponto, o desafio será tentar melhorar os resultados de 2016, que mesmo assim já foram bons. A modernização da empresa tem sido um aspeto que temos vindo a realizar gradualmente, desde o parque automóvel às próprias instalações, por isso agora pretendemos mesmo é fazer mais e melhor com os mesmos recursos”, remata Daniel Rodrigues.





