A satisfação de encontrar a casa certa
Com uma forte presença internacional, a Chavetejo é uma imobiliária de Tomar que atua neste mercado desde 2007. Criada originalmente para servir o mercado estrangeiro, nomeadamente a clientes de origem inglesa que procuram um imóvel para viver em Portugal, a Chavetejo é propriedade de Cláudia Ferraz e Edgar Ferraz que atualmente desenvolvem o seu negócio na região Centro do país, procurando sempre deixar tanto o cliente vendedor como o cliente comprador satisfeitos. A Chavetejo é uma imobiliária localizada em Tomar que atua desde 2007 no mercado de venda e arrendamento de imóveis. Propriedade de Cláudia Ferraz e de Edgar Ferraz foi criada originalmente para servir o mercado estrangeiro, nomeadamente o inglês, mas nos últimos anos a Chavetejo tem vindo a ampliar a sua atuação no mercado da mediação, apostando também no mercado nacional.
Com passado laboral na área, a amizade com um casal de ingleses que veio viver para Portugal, permitiu a Cláudia Ferraz criar uma parceria estratégica que deu notoriedade à imobiliária no estrangeiro e permitiu ultrapassar os problemas provocados pela crise económica. “Eu já estava no mercado imobiliário há dez anos e entretanto conheci um casal de ingleses, eles compraram cá uma propriedade, e entretanto a senhora criou um pequeno site para ajudar compatriotas. Nesse site começou a receber pedidos de ajuda para encontrar casa e começou a encaminhar-me clientes. Assim criámos a Chavetejo”, explica. Ao fim de três anos essa parceria terminou, e foi a vez de Edgar Ferraz entrar na imobiliária. Atualmente a Chavetejo está localizada no centro de Tomar, concelho onde tem forte presença, atuando também noutras zonas do distrito de Santarém e nos distritos de Coimbra, Leiria e Castelo Branco. “O nosso forte é em Tomar, onde temos a sede, depois temos dois vendedores fora, uma em Cernache do Bonjardim, que faz Sertã e Ferreira do Zêzere e depois temos Alvaiázere”, acrescenta Cláudia Ferraz.
Com perto de 85% do mercado a ser direcionado para o estrangeiro, este é maioritariamente composto por ingleses interessados numa habitação localizada numa zona tranquila, com bom clima e que oferece a possibilidade de ter espaço exterior. Os profissionais da Chavetejo trabalham tanto imóveis para venda como para arrendamento, e notam diferenças nos interesses dos clientes. “Dentro da cidade, há muito prédio antigo e vê-se muito construtor português a investir, a comprar e a reconstruir. Fora da cidade os estrangeiros são muito mais amigos de reconstruir que os portugueses. Os estrangeiros conseguem idealizar o seu lar e procuram mais o tradicional português do que o moderno”, refere Cláudia Ferraz.
Com oito colaboradores, todos com conhecimentos linguísticos para atender da melhor forma o cliente, na Chavetejo existe interesse em encontrar a propriedade certa para deixar o cliente satisfeito, sendo assim muito importante a área da angariação de imóveis, de forma a ter uma boa oferta em carteira. Com uma comissão regra geral a ser de 4%, acresce o IVA, a imobiliária de Tomar trabalha com todo o tipo de imóveis, e tem no mercado dos emigrantes um dos potenciais targets. “Há emigrantes que querem regressar ou ter aqui uma casa para férias, como há o oposto, emigrantes que tinham cá uma casa e querem desfazer o seu património”, afirma. Trabalhando com muitos clientes estrangeiros, existe uma barreira linguística que obriga um maior envolvimento, tanto no que diz respeito à tradução, como a nível de aconselhamento e serviço pós-venda. Com o objetivo de consolidar e só depois alargar a zona de ação, a Chavetejo procura sempre novas propriedades. “Quanto mais oferta tivermos, mais possibilidades temos de encontrar a propriedade certa para cada um dos clientes”, conclui.





