O melhor aliado para as obras na região de Lisboa
Originalmente de Castanheira de Pêra, a Decorgesso é atualmente uma empresa presente no mercado de Lisboa na área da distribuição de materiais de construção e cerâmicas. Fruto da sua situação geográfica perto do centro da cidade, a Decorgesso funciona como um grande apoio para empresas de construção civil com obras na capital. A partir de 2015, e com a sua reestruturação com uma nova direção comercial, conseguiu atingir nos últimos dois anos um estatuto de referência no distrito de Lisboa, face à excelência de serviços, aliada à sua localização geográfica.
Nos seus primórdios, a Decorgesso caracterizava-se como uma empresa exclusivamente dedicada à produção de tetos de gesso, com fabrico próprio. Anos mais tarde, a necessidade de resposta aos clientes levou a que a Decorgesso optasse por recorrer à importação de painéis de gesso oriundos de Espanha. A empresa viveu assim vários anos da importação do material de gesso e de fibra. Anos depois, fixou-se num terreno em Lisboa. No entanto, com o crescimento do fenómeno da construção, a Decorgesso evoluiu tornando-se uma empresa multifacetada no que diz respeito à comercialização e fabrico de materiais de construção. Um destaque especial neste âmbito são os trabalhos em cerâmicas e loiça, onde inclusivamente na empresa está presente um showroom de ambientes de banho, que funciona também como ponto de venda. Este conceito surge como consequência do crescimento das obras de reabilitação em Lisboa e aumento do mercado, existindo uma oferta próxima do cliente.
Revitalização empresarial
Durante alguns anos e já com presença marcada em Lisboa, a Decorgesso manteve um perfil relativamente discreto no panorama de mercado, derivado da realidade que o país atravessava na passada década. A mudança de posição dá-se a partir de 2015, com a constituição de uma nova equipa em que na direção comercial tem Paulo Santos, na direção financeira Miguel Cardoso, e na gerência Pedro Costa, engenheiro de formação. Com 30 anos de experiência neste setor de atividade, Paulo Santos tem desenvolvido um trabalho de crescimento comercial da empresa, sendo que na gestão global do negócio, tem sido de extrema importância a experiência de Pedro Costa. Miguel Cardoso, diretor financeiro a trabalhar na mesma há 14 anos, explica como se deu este processo de revitalização, em entrevista ao Empresas+®. “A Decorgesso transformou-se como empresa e hoje esse sucesso deve-se a quatro fatores: o foco no cliente, a qualidade dos seus materiais, a diversidade dos mesmos e a sua localização. Esta equipa conseguiu ter uma visão mais alargada sem receio de apostar na inovação.
Por sua vez, Paulo Santos opta por referir a qualidade do serviço da Decorgesso como receita para o sucesso da empresa que nasceu em Castanheira de Pêra. “É o nosso trabalho que nos distingue dos outros. Qualquer empresa pode trabalhar com as mesmas marcas que nós trabalhamos, mas dado o empenho, a dedicação, o desenvolvimento de uma família de clientes que nos trouxe o sucesso do dia a dia, e a vantagem de estarmos localizados no centro de Lisboa, permite-nos exercer essa qualidade de serviço”, explica Paulo Santos.
A localização da Decorgesso assume um papel fulcral e Miguel Cardoso considera mesmo que muitos dos clientes recorrem à Decorgesso, não pela questão do preço, mas sim pelo serviço de qualidade. “Muitas das obras que decorrem no centro de Lisboa, sobretudo ao nível de reabilitação, necessitam da entrega do material em obra, o mais rápido possível. A nossa concorrência está na franja de Lisboa, nós estamos no centro, ou seja, temos uma capacidade de resposta em Lisboa, que mais ninguém tem e isso é fundamental para os nossos clientes. Se precisarem na Baixa, de material às sete horas da manhã, nós estamos lá com um veículo para o entregar. Isto é dinheiro e tempo que o nosso cliente poupa”.
Qualidade vs Preço
Uma das obrigações da Decorgesso é ter sempre produto disponível para fornecer ao cliente. Estando vocacionados sobretudo para empresas da área da construção civil, tem em consideração o preço dos materiais, uma vez que esse é tendencialmente um fator de decisão para o cliente. “Nós gerimos a questão do preço de maneira simples: apostamos em fazer um serviço de excelência, ao ponto que o mesmo não seja discutível. Se os nossos materiais forem de qualidade, se tivermos sempre material para distribuir e conseguirmos manter uma rápida capacidade de resposta, o cliente não vai sentir a necessidade de ir a outro lado”, refere Paulo Santos.
Miguel Cardoso reforça ainda esta ideia, recordando uma reunião com alguns clientes, onde o preço dos materiais veio a debate. “O cliente tem a noção que pode estar a comprar um produto a um preço mais elevado. Nem sempre é esse o caso, mas isso pode acontecer. No entanto, o serviço que nós prestamos, com a colocação do produto em obra é compensador, independentemente do custo daquele artigo. Já tivemos uma proposta de ter um armazém em melhores condições na periferia de Lisboa, no entanto, não nos compensa sair deste espaço, para bem da qualidade do serviço”.
Futuro responsável
“Neste momento, tudo aponta para que tenhamos um crescimento na ordem dos 45%”, responde Miguel Cardoso, a propósito do volume de negócios em 2017, comparativamente ao ano transato. “De 2015 para 2016 já tivemos um crescimento de 45%, e importa referir que 2015 foi um ano em que este novo projeto da Decorgesso arrancou de forma acelerada”, reforça o diretor financeiro. Com uma frota de seis viaturas caracterizadas, a Decorgesso está pronta para cobrir toda a zona de Lisboa e para fazer trabalhos em outros mercados nacionais, de norte a sul do país e para o futuro é espectável que a Decorgesso mantenha um ritmo de crescimento sustentado, de maneira a evitar derrapagens “irresponsáveis”.





